“Microcasa” pode ser tendência da próxima década

Casas dentro de seu quintal, de sua garagem ou impressas com uma impressora 3D: diversos projetos e startups surgiram nos últimos anos prometendo moradias baratas, sustentáveis e eficientes. Com uma nova década se iniciando, a “microcasa” pode se tornar uma solução cada vez mais procurada para resolver a questão da falta de moradias.

A FastCompany listou cinco exemplos de empresas que estão se tornando pioneiras neste formato. Confira.

O seu quintal para alugar

Em vez de colocar uma casinha de brinquedo em seu quintal para seus filhos brincarem, a Rent The Backyard quer construir uma casa de verdade para alugar nos fundos de sua casa. A empresa custeia as obras e registro da moradia e, em troca, recebe uma parte do aluguel cobrado.

A construção da casa é feita pela NODE.eco.

Não tem quintal? A garagem também serve

A United Dwellings é uma startup de Los Angeles que quer transformar as garagens enormes comuns aos subúrbios da cidade em apartamentos. Segundo a empresa, 91% dos espaços de garagem na região não são ocupadas pelos carros, mas por “tralha” do dono da casa.

Assim como a Rent The Backyard, a United Dwellings custeia a conversão da garagem em apartamento – e fica com uma parte do aluguel futuro.

Casas menores em um grande terreno

Parte do problema da falta de moradia é o tamanho das casas: terrenos enormes ocupados por apenas um imóvel e família. Por isso, a MicroLife Institute quer pegar terrenos grandes que estavam projetados para construir casas acima dos 250 m² e construir moradias menores entre 23 e 46 m².

Em vez de uma mansão, portanto, cada terreno seria um pequeno bairro.

Impressoras 3D para criar casas em regiões mais pobres

Em 2019, a New Story anunciou que finalizou a construção de duas casas em uma região isolada do México, na fronteira com a Guatemala. Detalhe: as casas foram impressas com uma impressora 3D de 10 metros de comprimento.

A empresa já construía casas de forma “tradicional”, mas fez parceria com a Icon para imprimí-las. Os novos moradores aprovaram a residência.

Por ser autossustentável, casa da PassivDom pode ser instalada em quase qualquer lugar (Foto: Divulgação/PassivDom)

A casa sustentável que gera e recicla tudo o que utiliza

A PassivDom também decidiu imprimir casas, mas com uma ideia diferente: criar moradias que são autossustentáveis. A energia elétrica é captada por painéis solares no teto, enquanto toda a água usada é reciclada.

As casas ainda estão em desenvolvimento e devem chegar ao mercado em 2020, em fase de teste no Arizona, nos Estados Unidos.

Fonte: ÉPOCA NEGÓCIOS ONLINE

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