O Futuro já está aqui

As mudanças que estamos experimentando no mercado imobiliário atualmente são de 100 vezes a escala da revolução industrial e terá um impacto 1.000 vezes maior.

Esta nova tendencia é difícil muitas vezes de perceber, especialmente no âmbito do setor imobiliário que é mais lenta do que outros segmentos. No entanto, mesmo dentro do setor imobiliário, há exemplos claros dessa nova realidade. Lançamentos voltados para um publico jovem de até 40 anos passam a adotar novos conceitos de modelagem de produto. Notamos a aceleração das mudanças tecnológicas em relação à velha maneira de fazer negócios. O impacto que estamos testemunhando da colisão entre o mundo digital e o físico, o conceito básico por trás disso é o “Direito de Usar” em vez de “Possuir”.

Com a escassez de recursos naturais, populações cada vez maiores, desafios enormes de distribuição de renda, surgem o desejo cada vez maior de desapegar, de possuir menos. O raciocínio é: “Se eu puder usar quando quiser, será que eu preciso possuir?”.  Certamente há maneiras mais sustentáveis globalmente do que todos possuírem tudo que precisam usar.

Os empreendimentos moldados dentro destes novos conceitos e passam a ter uma velocidade de venda cada vez maior.

A nova geração de empreendedores já captou esta tendência e está mudando drasticamente a forma como desenvolver produtos de forma mais colaborativa e adequada a esta nova realidade. Atentos às mudanças da sociedade onde, através das mídias sociais, o consumidor tem um papel cada vez mais ativo no desenvolvimento de serviços e produtos. Os novos empreendimentos passam a contar com diferenciais como: bicicletas pay-per-use para uso dos moradores, lixeiras de coleta seletiva, reuso de água da chuva para o jardim, tomada para carros elétricos, horta, pomar, descarte sustentável de pilhas, baterias e óleo de cozinha. Diferencias de tecnologia também fazem parte do projeto, como biometria na porta dos apartamentos, TV interativa no térreo, wi-fi e som ambiente com playlist exclusivo do edifício. Além disso, para o maior conforto dos moradores e devido aos muitos pedidos dos usuários, diversos outros serviços de pay-per-use serão oferecidos: concierge, hostess e mensageiro, lavanderia, mecânica de automóveis e lava-rápido, limpeza e arrumação, personal trainer, dog walker, massagista, chaveiro, sapataria e costura, tinturaria e passadeira. Se não estivermos preparados a esta colisão de passado e futuro, vamos perder as grandes oportunidades do presente. Vivemos um momento extraordinário que tem pouco a ver com a economia.

Preço médio do m² de apartamentos fica estável no Brasil

Rio de Janeiro – O preço médio do metro quadrado deapartamentos anunciados em 20 cidades brasileiras ficou estável em junho na comparação mensal, segundo levantamento FipeZap divulgado nesta terça-feira.

Considerando o resultado em relação a junho de 2015, o índice apresentou oscilação negativa de 0,02 por cento, no menor resultado da série histórica, iniciada em 2011. No semestre, houve oscilação positiva de 0,03 por cento.

“Tendo em vista que a inflação esperada para o período (em 12 meses pelo IPCA) é de 8,88 por cento, o preço médio anunciado do metro quadrado apresentou queda real de 8,17 por cento (…) Todas as cidades que compõem o índice FipeZap registraram variação inferior à inflação esperada nos últimos 12 meses.”

Rio de Janeiro(-3,61 por cento), Recife (-1,58 por cento), Niterói (-2,37 por cento) e Distrito Federal (-0,74 por cento) tiveram queda nominal em 12 meses até junho.

Em junho, o valor médio do metro quadrado anunciado nas 20 cidades pesquisadas foi de 7.635 reais. No Rio de Janeiro, era de 10.251 reais, e em São Paulo, de 8.630 reais.

Mercado imobiliário brasileiro passa por um “rolo sem fim”

Patricia Valle, daRevista EXAME

São Paulo — O mercado imobiliário foi duramente afetado pela recessão, e é natural que seja assim. O preço de casas e apartamentos vem caindo há meses. Com imóveis encalhados, algumas incorporadoras têm dado descontos de 30%, 50% e até 70% para conseguir vender — além de pagar parte da decoração. No segmento comercial, cerca de 25% dos escritórios do país estão vazios.

Ainda que a economia comece a se recuperar no fim deste ano, tudo indica que a retomada do setor imobiliário será lenta. O crédito, motor desse mercado, está mais caro e bem mais escasso. Além disso, o desemprego é recorde, e a última coisa que passa pela cabeça de quem está sem trabalho, ou acha que pode ficar sem num futuro próximo, é financiar uma casa.

Diante desse cenário, é compreensível que quem comprou um imóvel nos tempos de euforia, quando o preço subia quase todo mês, sinta uma ponta de arrependimento. Afinal, é na crise que surgem as oportunidades de pagar barato. Diante dessa situação, os compradores não têm dúvida: estão devolvendo os imóveis adquiridos nos últimos tempos para as construtoras e pegando o dinheiro de volta.

O número aumenta a cada mês, o que transformou a situação no maior enrosco do mercado imobiliário nacional — o pior de tudo é que, na busca por uma solução, ninguém se entende. Um prédio leva em torno de três anos para ser construído. Quem compra na planta vai pagando prestações até que o imóvel fique pronto — e, nesse momento, costuma pegar um financiamento bancário para quitar o que falta.

Em três anos, claro, muita coisa pode mudar. Se mudar para pior e o comprador ficar sem dinheiro para pagar pelo imóvel, a opção acaba sendo desistir da compra. Os contratos de compra e venda feitos pelas incorporadoras têm cláusulas de devolução que estabelecem que as empresas podem ficar com uma fatia do que o consumidor pagou — e que costuma variar de 20% a 60% do total efetivamente gasto.

Mas, inconformados por ter de deixar dezenas de milhares de reais para trás, muitos compradores têm entrado com ação na Justiça para receber tudo o que pagaram — somente em 22 incorporadoras de São Paulo, o número de processos aumentou 45% no ano passado, para 7 686 casos, e a maioria está ligada a casos de desistência.

E aí cada juiz decide uma coisa: há os que concordam com as empresas, os que suavizam as multas e os que mandam as incorporadoras devolver tudo com juros e correção monetária. Quem está certo? Por incrível que pareça, ninguém — nem empresários, nem juí­zes, advogados e entidades de defesa do consumidor — sabe direito.

Quando lançam um empreendimento, as incorporadoras só começam a construí-lo quando vendem, no mínimo, um terço dos imóveis. Caso contrário, o risco fica grande demais e o projeto é abandonado.

“As desistências surgem em momentos econômicos ruins, justamente quando é mais complicado revender os imóveis devolvidos”, diz João Paulo Rio Tinto de Matos, presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro.

O maior risco, portanto, é que as incorporadoras fiquem sem dinheiro para terminar a obra. Segundo a agência de classificação de risco Fitch Ratings, os distratos — como são chamadas, no jargão do setor, as devoluções de imóveis — corresponderam a 41% das vendas no ano passado.

Além disso, ao lançar um empreendimento, as incorporadoras têm despesas administrativas, de marketing e corretagem que são diluídas no preço dos imóveis. Por isso, segundo executivos do setor, elas precisam ficar com parte do que o consumidor pagou, e essa parcela depende de quanto foi pago e também de quanto a empresa gastou no lançamento.

“Se for um percentual fixo, pode ficar injusto: em alguns casos a construtora será prejudicada; em outros, o consumidor”, diz Francisco Loureiro, desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. Ainda assim, todas as tentativas de organizar a bagunça dos distratos buscam fixar um percentual. Há dois projetos de lei no Congresso sobre o assunto.
O do senador Romero Jucá estabelece que, em caso de rompimento do contrato por parte do comprador, a empresa poderá reter até 25% do que ele já pagou mais 5% do valor do imóvel (como indenização pelas despesas de lançamento). O projeto recebeu um pedido de emenda da senadora Marta Suplicy, que limita o valor da retenção a 10%.

Na Câmara, um projeto de lei do deputado Celso Russomano prevê os mesmos 10%, mas acrescenta que o valor deverá ser corrigido pela inflação e acrescido de juros de 1% ao mês contados a partir da assinatura do contrato. Em paralelo, entidades do setor imobiliário (como Abrainc e CBIC), advogados e secretarias públicas elaboraram um conjunto de medidas a ser seguidas por empresas, consumidores e juízes.

Foi chamado de Pacto Global, mas o Procon do Rio de Janeiro não assinou o documento e advogados especializados em direito do consumidor criticaram as propostas. O pacto estabelece que, em caso de desistência, o consumidor deve pagar uma multa de até 10% do valor do imóvel ou perder o sinal e 20% das prestações já pagas. “São práticas abusivas.

A soma entre sinal e 20% das prestações pode corresponder a mais da metade de tudo o que o comprador pagou”, diz o advogado Marcelo Tapai, especializado em defender consumidores com problemas no mercado imobiliário. O pacto acabou sendo suspenso pela Secretaria Nacional do Consumidor, vinculada ao Ministério da Justiça, para nova análise.

No fim do ano passado, o Supremo Tribunal Federal decidiu intervir e editou uma súmula sobre o tema que diz que as empresas têm de restituir os compradores “integralmente em caso de culpa exclusiva do vendedor” (quando as obras atrasam, por exemplo) e “parcialmente no caso de o comprador ter pedido o desfazimento do contrato”.

Mas não dá nenhuma pista de como calcular essa indenização. Continuaria tudo nas mãos do juiz de cada caso. No exterior, é bem mais complicado desistir da compra de um imóvel depois de assinar o contrato. Em Portugal, essa opção nem existe: quem decidir que não quer mais o imóvel precisa revendê-lo no mercado — a incorporadora não tem nada a ver com isso.

Nos Estados Unidos, vale o que está no contrato. Em alguns casos, as empresas devolvem uma parte do que o comprador pagou; em outros, dizem que a responsabilidade é do consumidor, que deve revender o imóvel. “É o que deveria acontecer no Brasil”, diz Luiz Antônio França, conselheiro da incorporadora Tecnisa.

Investimento ruim

Para as incorporadoras, muitos consumidores que estão desistindo agora compraram imóveis na época da euforia para tentar ganhar dinheiro com a alta do preço. Até 2012, era possível comprar casas e apartamentos na planta e revendê-los com lucro de cerca de 40% quando ficassem prontos. Quando a economia começou a desacelerar, ficou mais difícil ganhar dinheiro desse jeito.

Hoje, é praticamente impossível: mesmo dando descontos, é complicado vender. “O risco da desvalorização não pode ser somente da incorporadora. É um risco de mercado. Quando o preço estava subindo, as empresas não lucraram com isso”, diz Luiz Fernando Moura, diretor da Abrainc, associação que reúne as maiores empresas do setor.

Na opinião do advogado Rodrigo Bicalho, tirar recursos da construção de um empreen­dimento para ressarcir consumidores é ilegal por causa da regra do patrimônio de afetação. Essa regra estabelece que tudo o que os compradores pagam à construtora tem de ser, obrigatoriamente, usado nas obras. “Os recebíveis não pertencem à empresa, mas à construção. É ilegal dar outro destino a esses recursos”, diz Bicalho.

Enquanto o problema não é resolvido, as incorporadoras negociaram com o Banco do Brasil e a Caixa Econômica a ampliação de programas de financiamento na planta — e não apenas quando o imóvel fica pronto. A esperança é que isso evite o distrato por falta de crédito.

Os bancos privados, porém, não aderiram. Pode levar alguns anos, mas o mercado imobiliário deve se recuperar junto com a economia. Já as dificuldades regulatórias do setor parecem mais difíceis de ser resolvidas.

 

Momento decisivo para a construção

Superada a crise política, ingressamos na etapa decisiva de adoção das medidas indispensáveis à retomada do crescimento econômico. O reequilíbrio das contas públicas é item prioritário de uma vasta agenda que incluir a redução da inflação e dos juros e uma taxa de câmbio bem calibrada.

As medidas econômicas anunciadas pelo governo são positivas e merecem o apoio coeso das forças políticas e da sociedade. A reforma previdenciária e a modernização da legislação trabalhista precisam avança com celeridade.

À indústria da construção caberá um papel de protagonismo na retomada econômica. As expectativas dos empresários deste e de outros setores melhoram. Quanto mais cedo aumentarem os investimentos, mais rapidamente estes se traduzirão em obras, arrecadação e emprego.

Suponhamos que o governo consiga mobilizar investimentos públicos e privados de R$ 30 bilhões no Programa Minha Casa, Minha Vida, e mais R$ 20 bilhões na ampliação da infraestrutura. Esses R$ 50 bilhões serão capazes de criar 854 mil empregos, recuperando todos os que a indústria da construção perdeu de 2014 até agora. E o governo terá arrecadação total de 12,9 bilhões em tributos gerados pela cadeira produtiva.

Ou seja, estimulando-se setores fortemente geradores de emprego, como a construção, não será preciso aumentar impostos para equilibrar as contas públicas.

Para tentar, o governo precisa persistir na retomada do Programa Minha Casa, Minha Vida, mobilizando os recursos necessários à contratação de 1,2 milhão de unidades habitacionais até 2018, bem como à conclusão das obras que já estão em andamento.

Prioridade total deverá ser dedicada a impulsionar as concessões e as Parcerias Público-Privadas, para a ampliação da infraestrutura, mediante projetos que proporcionem atratividade e segurança jurídica aos investidores.

União, Estados e Municípios precisam se articular para potencializar os efeitos das ações destinadas à contratação de habitação e a ampliação da infraestrutura.

No setor imobiliário, são necessárias medidas para a melhoria contínua do ambiente de negócios. Entre estas, destacam-se a facilitação da concessão de crédito, devendo os bancos públicos darem o exemplo, e a desburocratização e agilização dos procedimentos de aprovação de projetos de empreendimentos, que dependem sobretudo dos Municípios.

Desfeito o principal elemento de instabilidade política, todas as expectativas agora estão colocadas nas medidas a serem adotadas e na capacidade do governo de trabalhar por sua rápida e eficaz implementação.

Por SindusCon-SP

Fonte: Foha de S. Paulo, Janela, 04/09/2016

Alemanha terá o maior complexo residencial sustentável do mundo

Já está em construção o maior condomínio passivo de residências do mundo. Localizado na Alemanha, o empreendimento com 162 apartamentos, contará com uma usina solar própria, jardins verticais, além de outras soluções sustentáveis.

O Heildelberg Village foi projetado pelo escritório alemão Frey Achitekten com diversos conceitos de eficiência energética e de uso e princípios da arquitetura bioclimática. Os apartamentos têm varandas individuais, sua própria micro-usina solar e podem abrigar confortavelmente até cinco pessoas. Mas, o restante do condomínio reserva ainda mais atrativos.

Imagem: Divulgação

As residências são conectadas à geração de energia solar e a um sistema moderno de ventilação, que garantem toda a eficiência energética do complexo. No telhado, ao redor das placas fotovoltaicas, estão árvores e outras áreas comuns aos moradores, enquanto as paredes dos edifícios também são cobertas por vegetações, em um jardim vertical gigante, que ajudará no controle térmico e manutenção da qualidade do ar.

Imagem: Divulgação

A expectativa é de que o condomínio seja finalizado até 2017. Mas, os arquitetos já têm projetos para antes disso. A ideia é criar uma cozinha comunitária que conectará os futuros moradores com os trabalhadores envolvidos na construção. Segundo divulgação, a ideia é reforçar as conexões, o senso de comunidade e de pertencimento.

O projeto busca trabalhar a sustentabilidade de forma holística na construção civil. O Heidelberg Village deve incluir: ecologia, economia, integração, inovação e rentabilidade.

Redação CicloVivo

O que podemos fazer para tornar Porto Alegre uma cidade melhor?

Na minha opinião precisamos urgentemente parar o crescimento anárquico da nossa cidade, algumas atitudes certamente contribuiriam para esta melhoria e para o nosso bem estar. Este é talvez seja um dos temas mais importantes a ser discutido atualmente e tem recebido pouca atenção dos gestores públicos e da mídia em geral.

O legado de nossas cidades com um crescimento tão rápido da frota de veículos nos últimos anos, sem a mínima infraestrutura viária está gerando um cenário de caos urbano. Os nossos governantes não conseguem mais prover uma quantidade “eficiente” de infraestrutura nos locais onde é necessária. Precisamos urgentemente nos envolver mais intensamente com os nossos vereadores, autoridades e meios de comunicação social para contribuir com uma solução mais harmoniosa para nossas cidades. Como o crescimento urbano é um processo complexo e dinâmico, tentar desenhar a cidade de cima para baixo não tem sido a melhor solução, esta formula não consegue mais acompanhar as mudanças dos interesses e das demandas da população, que vive e usa no cotidiano estes equipamentos oferecidos pelo planejamento atual. Diante destes desafios dois pontos são muito importantes para nossa reflexão:

  • Promover a mobilidade alternativa e valorizar os pedestres. Nos últimos cinco anos, as principais vias das nossas cidades tiveram um aumento médio do uso de carros particulares em 20%. Isto significa que, além do crescimento desordenado, a nossa preferência no transporte contribui para o agravamento da situação de mobilidade na cidade. Precisamos urgentemente investimentos no setor e uma mudança cultural para inverter as tendências.
  • Precisamos urgentemente reinventar o espaço público. Cidade significa viver os espaços públicos com qualidade. Criar espaço é apenas metade do desafio; a outra parte é manter o espaço público atrativo e lhe dar vida real. A reciclagem de muitos destes espaços é sempre muito positiva para o bem-estar de longo prazo da população urbana.

Sempre lembrando que em nenhum período da história da humanidade, houve mais pessoas vivendo nas cidades do que temos atualmente, este fato deve levar os legisladores e os agentes públicos a rever alguns conceitos que atualmente estão em vigor.

Caixa anuncia investimentos de R$ 93 bilhões em crédito imobiliário até o final do ano

Luísa Cortés, do Portal PINIweb

A Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou na última terça-feira (30) que pretende alcançar os R$ 93 bilhões em investimentos voltados a crédito imobiliário até o fim do ano. Será um total de R$ 54 bilhões no segundo semestre: R$ 16 bilhões para habitação de mercado e R$ 38 bilhões para habitação social.

O banco ainda afirma que, para possibilitar as medidas, promoveu ajustes na política de crédito imobiliário nos últimos meses, como o relançamento do Plano Empresário da Construção Civil (PEC). Ele proporciona condições especiais para o setor da construção civil.

Para os clientes pessoa física, foi adotado como medida o aumento da cota de financiamento nos imóveis novos (de 70% para 80%) e usados no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) (de 60% para 70%).

Detentora de 67% dos financiamentos habitacionais do país, a CEF já investiu R$ 38 bilhões no primeiro semestre do ano nesse setor. Os recursos são direcionados às populações de baixa, média e alta renda.

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