Em cinco anos com Lemann, o Burger King recupera sua grande forma

Mercado Imobiliário

(Forbes) – 30/11/16

Durante grande parte de sua história, o Burger King foi algo meio que secundário, sempre muito atrás do McDonald’s e negligenciado pelos proprietários, entre os quais a Diageo e o consórcio de private equity liderado pela TPG Capital. No entanto, nos cinco anos que se passaram desde sua compra mais recente – pela 3G Capital, chefiada pelos bilionários brasileiros Jorge Paulo Lemann, Carlos Sicupira e Marcel Telles -, a rede de fast food reconquistou seu esplendor real.

Do seu jeito
Quando a 3G fez sua oferta de US$ 3,3 bilhões em 2010, as ações do Burger King estavam penando, sendo vendidas por cerca de US$ 17 – menos do que valiam no auge da crise financeira. A empresa de private equity pagou US$ 1,6 bilhão à vista, tomou mais US$ 1,7 bilhão emprestado e fechou o capital da companhia, pagando US$ 24 por ação. Os brasileiros designaram…

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5 Nuevas tecnologías para marketing inmobiliario – Desde IBS 2016

tendencias

Grupo 4S

Todos los años en Enero se lleva a cabo el evento más importante en temas inmobiliarios residenciales en Estados Unidos, organizado por la NAHB. En este evento se llevan a cabo simultáneamente más de 300 conferencias, se integran tres salas de exhibición y se llevan a cabo los premios más importantes del ramo –donde Grupo 4S resultó premiado por tercer año consecutivo-.

La intención principal del evento es mostrar lo más nuevo en productos de construcción, acabados, software, tecnología, herramientas de marketing, etc. Muchas de las categorías que se presentan no tienen mucha aplicación en Latinoamérica por las diferencias culturales con nuestro vecino del norte. Sin embargo, en el tema de marketing siempre han destacado por ser punta de lanza y por ello la importancia de este post. Aquí las tendencias principales que impactarán el marketing inmobiliario para el 2016.

1. Drones y videos aéreos. Las nuevas capacidades móviles finalmente están haciendo al video el medio preferido para la comunicación en…

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Incorporadora You,Inc firma acordos de cerca de R$ 350 mi com fundos de investimento

Mercado Imobiliário

(Agência Estado) – 14/01/16

A incorporadora You,inc, que vem analisando opções para explorar o mercado de capitais, firmou dois novos contratos com os fundos de investimento de private equity Paladin Realty Partners, dos EUA, e Vista Investimentos Imobiliários, do Brasil. Conforme os acordos celebrados em dezembro, os fundos se comprometeram a disponibilizar cerca de R$ 350 milhões para desenvolvimento de empreendimentos residenciais.

O objetivo da You,inc é lançar para o biênio 2016/2017 entre R$ 700 milhões e R$ 900 milhões por ano em Valor Geral de Vendas (VGV) total. A companhia “entende que tais recursos, associados à sua própria disponibilidade de capital, são adequados ao pleno desenvolvimento do plano de negócios” para o biênio, afirmou a You,inc em comunicado publicado no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Os montantes comprometidos pelos fundos para investimento nos projetos atingem o equivalente a US$ 75 milhões, no caso da Paladin, e R$…

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Cresce nos EUA novo modelo de comunidade planejada com fazendas comunitárias chamado “agrihoods”

 

A frase “comunidade planejada” evoca muitas imagens, talvez uma piscina, gramados bem cuidados, cercas brancas, segurança, mas uma fazenda não está na lista. Contrariando essa imagem estereotipada da vida suburbana estão surgindo um número crescente dos chamados “agrihoods” por todos os Estados Unidos. Estes empreendimentos residenciais tem como diferencial não os inúteis e dispendiosos campos de golfes, mas fazendas comunitárias de agroecologia. De acordo com site CivilEats, existem atualmente cerca de 200 deles em todo o país.

O mais recente, chamado The Cannery, foi construído no que anteriormente era o lar de uma fábrica de conservas de tomate localizada a cerca de 1,6 Km do centro da cidade de Davis, Califórnia. O empreendimento de 40.4686 metros quadrados da empresa de desenvolvimento New Home Company é considerado o primeiro agrihood a criar raízes em terras anteriormente industriais. A comunidade também é o lar de 547 casas, toda são eficientes em termos energéticos onde cada uma é alimentada por energia solar e vem equipada com tomadas de energia para carros elétricos.

Isso é ótimo, iniciativas como essas precisam começar a acontecer em todo o mundo, e o fato de que alguém já fez isso mostra ao restante do mundo desenvolvido que é possível. Em vez de construir comunidades residenciais normais, por que não criar algo sustentável? Por que utilizar imensas áreas para criar inúteis campos de golfe e não fazendas que produzam alimentos?

The Cannery é único por outras razões também. A fazenda comunitária de quase 30 mil metros quadrados será gerida pelo Centro de Aprendizagem Baseada em Terra, um grupo sem fins lucrativos que pretende executar programas de educação agrícola para estudantes e aspirantes a agricultores do local, além de uma operação comercial com foco em vegetais orgânicos, para abastecer a comunidade e também serem vendidos fora.

Há um custo para tudo isso, é claro, pois as casas no The Cannery são vendidas entre US$ 400 mil até US$ 1 milhão. Embora o termo “agrihood” pode ser relativamente novo, o conceito não é. O conceito tem raízes que remontam a meados de 1800. A primeira comunidade planejada dos EUA, em Riverside, Illinois, tinha um ar pastoral mesclando a vida da cidade e vida no campo.

The Cannery também possui uma rede de 16 km de trilhas de bicicleta, bem como uma rede de trilhas para pedestres para as pessoas para se locomoverem. A praça central oferece espaço para encontros ao ar livre, acesso a lojas de varejo e estacionamento de bicicletas coberto com lugares para usar e carregar dispositivos eletrônicos. Haverá também uma sala de aula agroecologia para aqueles que desejam aprender sobre agricultura. Além de ser um empreendimento residencial, o The Cannery servirá como um modelo de agrihood e de agricultura urbana sustentável.

Quando se trata de sustentabilidade global de alimentos, é importante notar que vários cientistas concluíram e demonstraram que a agricultura biológica é a melhor e mais sustentável em todo o mundo. A União de Cientistas Preocupados diz que os cultivos transgênicos não são garantidos, como prometido pelas empresas de publicidade. Eles ainda não conseguiram produzir os rendimentos prometidos e os agricultores não estão autorizados a guardar sementes devido as patentes das empresa. Sem falar que são obrigado a gastar muito dinheiro com fertilizantes e pesticidas.

O cultivo de orgânicos também é importante por causa de todos os problemas de saúde causados pelos pesticidas que incluem doenças como o autismo, doença renal, doença de Alzheimer, câncer e muito mais. Cada pessoa no planeta pode se alimentar com menos de 10 metros quadrados de terra bem gerida. Os agrihoods estão se tornando populares nos EUA por que as pessoas anseiam se conectar com a fonte de nossa comida e com a terra.

É simplesmente ilógico as cidades não terem suas próprias fazendas que produzam alimentos de forma orgânica sem agrotóxicos e sem modificação genética para alimentar sua própria população. Tudo acaba vindo de outros lugares distantes, centralizando a produção em alguns lugares e isso acaba exigindo um enorme gasto de combustível para transporte dos alimentos de um extremo ao outro. As agrihoods são uma resposta sustentável para esse dilema.

Diretor na Global Governance

A cidade que todos sonhamos

Vamos tentar usar a imaginação e visualizar um município melhor para toda a população das grandes cidades brasileiras, mesmo que alguns desejos possam parecer uma utopia, é importante que façamos este exercício. Os problemas são comuns na maioria das cidades, ou seja:

Falta de segurança, política publica desestruturada, trânsito caótico, problemas na coleta de lixo, falta de vagas de estacionamento, ônibus demorado,  postos de saúde e hospitais sucateados, e por ai vai.

Sonhamos com os ideais de uma cidade democrática, inclusiva, sustentável, produtiva, educadora e habitável (segura – no que se refere à proteção contra desastres e violência -, saudável, convivencial e culturalmente diversa). Assim, seu conteúdo se estrutura com base na união desta cidade que queremos com os seguintes fundamentos estratégicos inspirada na Carta Mundial pelo Direito à Cidade:

  • Exercício pleno dos direitos humanos na cidade. Uma cidade na qual todas as pessoas (crianças, jovens, adultos, idosos, mulheres e homens) desfrutem e realizem todos os direitos humanos e liberdades fundamentais, mediante a construção de condições de bem-estar coletivo com dignidade, equidade e justiça social.
  • Função social da cidade, do solo e da propriedade. Uma cidade onde seus habitantes participem para que a distribuição do território e as regras para seu uso garantam o usufruto equitativo dos bens, serviços e oportunidades que a cidade oferece. Uma cidade na qual se priorize o interesse público definido coletivamente, garantindo um uso socialmente justo e ambientalmente equilibrado do território.
  • Gestão democrática da cidade. Uma cidade onde seus habitantes participem de todos os espaços de decisão até o mais alto nível de formulação e implementação das políticas púbicas, assim como no planejamento, orçamento público e controle dos processos urbanos.
  • Produção democrática da cidade e na cidade. Uma cidade onde se resgate e fortaleça a capacidade produtiva de seus habitantes, em especial das camadas populares, fomentando e apoiando a produção social do hábitat e o desenvolvimento de atividades econômicas solidárias.
  • Manejo sustentável e responsável dos recursos naturais, patrimoniais e energéticos da cidade e de seu entorno. Uma cidade onde seus habitantes e autoridades garantam uma relação responsável com o meio ambiente de modo que possibilite uma vida digna para indivíduos, comunidades ou povos, em igualdade de condições e sem afetar áreas naturais, reservas ecológicas, outras cidades nem as futuras gerações.
  • Gozo democrático e equitativo da cidade. Uma cidade que fortaleça a convivência social, o resgate, a ampliação e melhoramento do espaço público e sua utilização para o encontro, o ócio, a criatividade e a manifestação crítica das ideias e posições políticas.

Vamos conseguir tornar realidade estes fundamentos se promovermos consciência e consensos sobre as responsabilidades que os cidadãos devem assumir para construir uma cidade para todos, os compromissos e medidas que devem ser assumidos pela sociedade civil, pelos governos locais e nacionais.