Imobiliária deve assumir o naming right do estádio do Atlético de Madrid

em busca de alternativas

Mercado Imobiliário

(MKTEsportivo) – 05/07/22

A espanhola Civitas Pacensis já teria fechado acordo para batizar a casa do clube de Civitas Metropolitano

Recentemente o MKTEsportivo detalhou que o Atlético de Madrid está no mercado em busca de um novo naming right para o seu estádio. O conglomerado chinês Wanda Group, até então dono da plataforma, fechou com o clube em 2017 e o acordo não foi renovado ao final da última temporada.

Agora, o canal Mas Atletico destaca que a imobiliária Civitas Pacensis fechou com o clube e dará nome ao ex-Wanda Metropolitano. A publicação detalha que a empresa, com sede em Badajoz, pagará mais que os € 10 milhões por ano que o Wanda investia até então. Quando confirmado, o estádio passará a ser conhecido de Civitas Metropolitano.

Nos bastidores, especula-se que a Civitas Pacensis esteja também trabalhando em prol da sustentabilidade no desenvolvimento da cidade esportiva proposta pelo Atleti. O…

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UBlink fecha parceria para buscar ‘lugar ao sol’ entre marketplaces imobiliários

Mercado Imobiliário

(Estadão) – 01/07/22

O site de classificados de imóveis UBlink, mais novo competidor do segmento que tem pesos-pesados como Zap, OLX, QuintoAndar e Loft, está dando musculatura ao seu plano de crescimento. A empresa acaba de fechar parceria com a gestora de recursos Cartesia, especializada em crédito imobiliário. O objetivo é oferecer financiamento a quem comprar uma residência por meio do site, e a expectativa é movimentar R$ 140 milhões em operações do tipo até o fim de 2022.

Por trás dessa parceria está a estratégia de reposicionamento das empresas de classificados, que já entenderam que não basta oferecer apenas um menu de imóveis para locação e venda. Essas companhias estão se transformando em marketplaces imobiliários, ou seja, plataformas que reúnem serviços agregados à jornada de comercialização de um imóvel, como financiamento, seguros, administração do bem, arquitetura e decoração, entre outros.

Empresa já tem parceria com Itaú e Santander para…

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NIMBY e YIMBY: duas visões da cidade

Mercado Imobiliário

(Abrainc) – 02/05/22

A classificação entre NIMBYs e YIMBYs tem crescido no atual debate urbano. Entenda a divisão e sua influência no desenvolvimento das cidades

Em seu livro mais recente, Survival of the City, o economista Edward Glaeser faz um diagnóstico dos conflitos de interesses que permeiam o debate urbano. Segundo ele, há uma oposição essencial entre os insiders — moradores tradicionais, interessados na manutenção do status quo e na valorização de seus imóveis — e os outsiders — novos moradores, interessados em moradia acessível e novas alternativas de trabalho, consumo e espaço urbano.

A perspectiva fornecida por Glaeser reflete o conflito entre os grupos NIMBY (sigla em inglês para Not in My Backyard, ou “Não no meu quintal”) e YIMBY (sigla em inglês para Yes in My Backyard). O primeiro grupo costuma ser representado por associações de moradores e defender a manutenção do “caráter” dos bairros e restrições à…

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Imóveis vão subir acima da inflação com juros e custos mais altos

Selic subiu de 2% a 11,75% em menos de um ano. Guerra na Urânia impacta valor das matérias-primas da construção civil

Por Agência O Globo

Realizar o sonho da casa própria ficou mais difícil em 2022. O preço dos imóveis deve ser subir acima da inflação este ano, segundo estimam especialistas, com o aumento da taxa básica de juros (Selic), que encareceu o financiamento ao consumidor e às incorporadoras. Os custos da construção civil subiram e estão ainda mais pressionados com a guerra na Ucrânia.

Em 2021, houve cidades em que o preço subiu acima da inflação. Foi um ano bom em lançamentos e vendas. Com mais venda do que lançamentos. 

Os juros têm papel central no mercado imobiliário. Até meados de 2021, a Selic estava no seu patamar mais baixo, em 2% ao ano, o que deu impulso às vendas. Depois disso, para frear a inflação, o Banco Central elevou os juros nove vezes seguidas, chegando agora a 11,75%. Mas o mercado espera que alcance 13,75%, com a inflação em 11,3% no acumulado em 12 meses até março.

Ninguém esperava, no início de 2021, a inflação acima de 10%. Este ano, as incorporadoras não terão mais como segurar o repasse. O reajuste, sobretudo nos lançamentos, será superior à inflação, com a alta dos materiais de construção — diz Paulo Pôrto, professor de Negócios Imobiliários da FGV.

A Caixa Econômica Federal prevê alta de 10% nos empréstimos, menos da metade do ano passado, de 21%. Na última quarta-feira, o Conselho Curador do FGTS, gerido pela Caixa, autorizou o uso do Fundo para quem tem até 12 prestações do financiamento em atraso. Até agora, só quem tinha três parcelas vencidas poderia usar o Fundo. A medida é oportuna, segundo especialistas, com o cenário de desemprego alto e inflação crescente.

Em março, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), da FGV, acumulou alta de 11,63% em 12 meses. Mesmo com a queda do dólar, de R$ 5,70 para R$ 4,60, o conflito na Ucrânia aumenta a pressão nos custos nos derivados de petróleo e o aço.

Receita amplia isenção de Imposto de Renda na venda de imóvel

Quem vende um imóvel passou a ter mais uma alternativa para ficar livre do Imposto de Renda (IR) sobre o que lucrou com o negócio. Sem alarde, a Receita Federal publicou norma que autoriza a isenção do tributo para quem utilizar os recursos dessa venda para quitar, total ou parcialmente, financiamentos imobiliários contratados anteriormente.

Para ter direito ao benefício, a quitação deve ser feita em até seis meses após a venda do primeiro imóvel.Em regra, quem vende um imóvel paga alíquota de 15% a 22% sobre o ganho de capital, ou seja, a diferença entre o que pagou e quanto recebeu pela venda da casa ou apartamento. Em 2005, para estimular a construção civil e o setor imobiliário, o governo isentou do IR sobre ganho de capital quem usasse o dinheiro, em até seis meses, para comprar um novo imóvel.

A Receita, porém, exigia que o novo contrato fosse firmado só depois da venda do primeiro imóvel para conceder o benefício. Isso levou muitos contribuintes a procurarem a Justiça para não pagar o tributo na quitação de um imóvel financiado anteriormente – pedidos que vinham sendo atendidos por juízes.

“A maioria das pessoas, quando vende um imóvel, é para comprar outro para morar. Dificilmente, alguém vende a casa antes de comprar outra, porque não quer ficar sem ter onde morar”, explica o advogado Luca Salvioni, sócio da área tributária do Cascione Advogados.Além de beneficiar pessoas físicas, a mudança pode ajudar a aquecer o mercado imobiliário.

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, afirmou que a medida é “extremamente positiva” e tende a auxiliar no impulso da recuperação do setor. “O governo abre a possibilidade para usar o ganho de capital de outras formas. “Por outro lado, ele tem preocupação com o descasamento da capacidade de compra das famílias com o preço de venda dos imóveis, tendo em vista que a inflação do setor foi superior à inflação geral.

Já a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) diz que a medida é benéfica aos contribuintes, “pois apresenta mais uma possibilidade de isenção no ganho de capital na venda de imóveis”. “Porém, também seria necessário a adoção de mais medidas a favor do contribuinte que compra imóveis, uma delas seria a possibilidade de usar os juros do financiamento na dedução do IRPF.”Procurada, a Receita afirma que o “reconhecimento da isenção foi feito com base em jurisprudência pacificada do Superior Tribunal de Justiça (STJ)”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Governo cria programa habitacional com uso de imóveis da União para baixa renda

Iniciativa vai ser destinada a famílias com renda bruta mensal de até cinco salários mínimos

Os ministérios da Economia e do Desenvolvimento Regional criaram o programa habitacional Aproxima, que pretende oferecer imóveis da União para que construtoras ergam moradias voltadas para famílias de baixa renda residentes nas áreas urbanas das cidades. As informações foram divulgadas pela Agência Estado (AE).

O Programa Aproxima vai ser destinado a famílias com renda bruta mensal de até cinco salários mínimos. Os imóveis devem estar localizados em área urbana consolidada, com malha viária implantada, organizada em quadras e lotes predominantemente edificados e com serviços e infraestrutura urbana à disposição.

Uma portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) define as regras do programa, que vai ser implementado pelas pastas dos ministros Paulo Guedes e Rogério Marinho. O ato regulamenta o trecho da Lei do Programa Casa Verde Amarela que autoriza a União a destinar bens imóveis a entes privados para atender à necessidade de moradia de famílias mais pobres.

Pela norma, qualquer pessoa jurídica de direito público ou privado pode indicar imóveis da União com potencial para destinação no âmbito do Programa Aproxima, nos termos de regulamento específico a ser expedido por secretarias internas do Ministério da Economia.

Critérios para enquadramento do projeto de empreendimento imobiliário no programa, questões sobre cumprimento das contrapartidas que deverão ser propostas pelo ente privado, adesão do poder público local ao programa, seleção de imóveis e de famílias beneficiárias serão alguns dos assuntos tratados na portaria, que entra em vigor em 1º de abril de 2022.

Fonte :Agencia Estado

Crédito imobiliário terá freada forte com alta de juros após acelerar 46% em 2021

tempos difíceis no horizonte!!

Mercado Imobiliário

(Estadão) – 03/03/22

Diante da alta da taxa Selic, os bancos e as entidades de financiamento ao setor imobiliário dão como certa uma desaceleração do crédito ao segmento neste ano. O incremento dos juros elevou as taxas que as instituições financeiras cobram dos clientes, e ao mesmo tempo, pode frear o ímpeto para novos projetos. O ambiente de inflação alta também deve reduzir a propensão do consumidor a comprar imóveis em 2022.

Em 2021, o crédito imobiliário cresceu 46% no País, chegando a R$ 255 bilhões, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Esse crescimento foi puxado pelos financiamentos com recursos da poupança, que subiram 66% em relação a 2020. O financiamento via Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) caiu 3%.

O recorde deve ser renovado em 2022, mas sem placar elástico. A Abecip espera que o financiamento cresça 2%, com um declínio…

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Investidor não deve se precipitar diante de possível mudança de tributação de rendimentos de FIIs

Mercado Imobiliário

(Estadão) – 19/02/22

Investir em um fundo imobiliário é atraente para quem gosta do setor e é uma classe de ativos que contribui para a diversificação das carteiras. Dados de janeiro trazidos no Boletim Mensal Fundos Imobiliários (FII) da B3 indicam que o valor de mercado desses fundos atingiu de R$ 138 bilhões, crescimento de 13% em 2021, com a participação de mais de 1,5 milhão de pessoas físicas (salto de 32% no ano passado), grupo que movimenta 65,1% do volume de negócios. O investimento em FII é atrativo porque o retorno acontece por meio do ganho de capital, vindo da valorização do empreendimento, e pela distribuição periódica de resultados.

Conforme a lei, os FIIs são obrigados a distribuir, no mínimo, 95% do lucro apurado em regime de caixa, semestralmente, embora a maioria dos fundos faça isso mensalmente. Os resultados ocorrem pelo recebimento de aluguéis, receita de incorporação, ganho de…

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O novo programa de vistos para Nômades Digitais da Espanha visa impulsionar as economias locais

A Europa está vendo as vantagens dos programas de nômades digitais e como eles ajudam a contribuir para as economias locais, e a Espanha é um dos países mais recentes a aderir à tendência.

por Ayat Ali

A Europa se tornou rapidamente um paraíso para nômades digitais e trabalhadores remotos nos últimos anos. 

Os países de todo o continente estão adotando cada vez mais novos vistos e leis que simplificam a movimentação dos nômades digitais para a região e o trabalho.  

Atualmente, existem programas de nômades digitais na Croácia, República Tcheca, Geórgia, Alemanha, Islândia, Noruega, Portugal, Romênia e muitos outros.  

Agora, a Espanha anunciou que lançou seu próprio visto de nômade digital, permitindo que pessoas que trabalham para empresas fora do país morem lá por seis a 12 meses e potencialmente até três anos, sem o direito de residência. 

Este novo esquema chamado Red Nacional de Pueblos Acogedores para el Teletrabajo (Rede Nacional de Aldeias de Acolhimento para Trabalhadores Remotos) faz parte da lei Start Up do país, que visa revitalizar áreas do país que estão vendo populações diminuídas. 

Até agora, 30 aldeias com menos de 5.000 habitantes se inscreveram no programa e oferecerão aos participantes vantagens para se mudar para essas áreas. 

Após a mudança global para acordos de trabalho remoto e turismo em queda, mais países que dependem da receita de viajantes estão fornecendo aos trabalhadores remotos recém-descobertos um caminho para chegar à sua região e ajudar a impulsionar as economias locais. 

10 Coisas Que Você Precisa Saber Sobre O Metaverso

1. O metaverso é um universo artificial possibilitado pela tecnologia AR e VR 

Enquanto estiver usando um headset de RV, você poderá “participar” de um evento de negócios ou até mesmo de um show virtual – como se estivesse lá pessoalmente.  

O metaverso cria uma experiência tridimensional para que as pessoas possam interagir umas com as outras de maneira mais imersiva, mas não fisicamente.  

Ele funde os mundos real e virtual, dando aos usuários um espaço 3D para conhecer, trabalhar, fazer compras e fazer tudo o que puder na internet e muito mais.  

Como Mark Zuckerberg gosta de chamar: uma internet incorporada.  

2. Qualquer pessoa pode entrar no metaverso 

O metaverso é um mundo virtual e interoperável. A interoperabilidade é um componente central do metaverso, o que significa que as informações são trocadas entre diferentes sistemas sem problemas. Entrar no metaverso é mais fácil do que você imagina. 

Se você tiver acesso a um fone de ouvido VR, terá acesso ao metaverso – embora um fone de ouvido VR lhe desembolsará cerca de US$ 300.  

Assim como qualquer pessoa pode ter acesso à internet, o metaverso também é facilmente acessível. Você precisará baixar os aplicativos certos para acessar o metaverso, como o jogo The Sandbox – um dos jogos de metaverso descentralizado mais populares. Ele permite que os usuários criem, construam e monetizem a partir dos mundos virtuais que estão criando no mundo digital. 

3. O metaverso pode ser usado para trabalhar, jogar e viajar 

Muita coisa é possível no metaverso (tudo virtualmente, é claro).  

Os adeptos do metaverso imaginam seus usuários trabalhando, jogando, jogando e ficando conectados com amigos através de tudo, desde shows, conferências e viagens virtuais ao redor do mundo. 

4. As coisas no metaverso vão custar tanto quanto gerar dinheiro 

Os participantes do Metaverse podem se envolver em economias virtuais descentralizadas alimentadas por criptomoeda (como o próprio SENSO do Sensorium Galaxy ).  

Isso inclui mercados onde os usuários podem comprar, vender e trocar itens como ativos digitais como avatares, roupas virtuais, NFTs e ingressos para eventos. 

O metaverso é igual a muito dinheiro. De acordo com algumas estimativas , a oportunidade de receita anual para mundos virtuais pode valer até US$ 1 trilhão, em segmentos como publicidade, eventos digitais e comércio eletrônico. 

5. Você pode possuir e vender terrenos no metaverso 

Muitas pessoas estão considerando a compra de propriedade digital como um ativo que será apreciado.  

As moedas do metaverso acumularam um grande crescimento. Como resultado, possuir propriedades dentro dos jogos do metaverso pode ser lucrativo para o potencial retorno do investimento. 

Os terrenos populares no metaverso disponíveis para venda são The Sandbox, Decentraland e Cryptovoxels, todos disponíveis no OpenSea. 

A Decentraland quebrou mais um recorde do metaverso depois que uma propriedade virtual foi vendida por US$ 2,4 milhões.  

6. O metaverso não pertence a ninguém 

O metaverso não pertence a uma corporação ou a uma única plataforma, mas a todos os seus usuários, que também podem controlar seus dados privados. 

O W3C (World Wide Web Consortium) decide os padrões para o metaverso, que é liderado pelo criador da world wide web – um homem que nunca buscou monetizar excessivamente sua criação: Tim Berners-Lee.  

No entanto, o metaverso não tem nenhum criador aparente. 

7. O metaverso pode ser mais seguro do que você pensa 

Em termos de dinheiro, o metaverso é seguro porque a tecnologia blockchain garante que todas as transações em um mundo virtual sejam públicas, facilmente rastreadas e seguras o tempo todo. 

Quanto à segurança cibernética, o metaverso aumentará o número de locais que podem ser atacados. Embora os sistemas subjacentes continuem sendo os alvos do roubo de dados, isso pode mudar à medida que as plataformas se tornarem mais populares. 

Quanto ao roubo de identidade, quando os avatares são utilizados como forma de identificação, a pessoa e os dados pessoais tornam-se suscetíveis de serem copiados, roubados, apagados ou manipulados. Mas a identificação biométrica pode ser uma solução no futuro.  

8. A maneira como trabalhamos provavelmente será afetada pelo metaverso  

Trabalhar online já é uma realidade para muitos de nós. O metaverso seria apenas uma continuação disso, pois o Facebook já lançou o Horizon Workrooms .  

Outros gigantes da tecnologia como a Microsoft estão seguindo o exemplo e só podemos esperar que mais empresas tentem enviar seus trabalhadores para o metaverso. 

Em menos de dez anos, a RV será usada em 23 milhões de empregos em todo o mundo – assim, a entrada da humanidade no metaverso.   

Ideias no estilo do metaverso podem ajudar as pessoas a organizar a maneira como trabalhamos – e de forma mais ampla – a sociedade, de maneira mais produtiva.  

Padrões e protocolos compartilhados que trazem mundos virtuais díspares e realidades aumentadas em um único metaverso aberto podem ajudar as pessoas a trabalharem juntas e reduzir a duplicação de esforços.  

9. A tecnologia Blockchain é fundamental para o desenvolvimento do metaverso 

A tecnologia blockchain Metaverse ainda está em desenvolvimento, mas o conceito desse mundo digital está bem desenvolvido. 

Blockchain provou ser uma tecnologia útil para seis áreas-chave do metaverso : prova digital de propriedade, coleta digital, transferência de valor, governança, acessibilidade e interoperabilidade.  

Mas o que exatamente é uma blockchain? 

É compartilhado, imutável e facilita o processo de registro de transações e rastreamento de ativos em uma rede de negócios.  

Um ativo pode ser tangível (uma casa, carro, dinheiro, terreno) ou intangível (propriedade intelectual, patentes, direitos autorais, marca).  

Praticamente qualquer coisa de valor pode ser rastreada e negociada em uma rede blockchain, reduzindo riscos e cortando custos para todos os envolvidos. 

A tecnologia Blockchain fornece uma solução transparente e econômica, tornando-a ideal para o metaverso.  

10. O metaverso ainda não está aqui 

Um metaverso completo pode levar anos, se não pelo menos uma década inteira.  

Ainda há muitos obstáculos técnicos a serem superados, começando pelo fato de que o mundo não possui uma infraestrutura online que possa sustentar milhões (ou mesmo bilhões) de pessoas usando o metaverso ao mesmo tempo.  

Uma conexão de internet ininterrupta e confiável é um alicerce fundamental do metaverso, porque um cenário de mundo virtual com falhas não é exatamente como o metaverso deveria ser.  

Tecnologias como 5G e computação de borda ainda estão em desenvolvimento e atualmente não conseguem atender às demandas de uma infraestrutura complexa como um metaverso.  

por Emma Ascott